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Das maiores invenções e descobertas da humanidade, sem dúvida a linguagem escrita se encontra nas primeiras posições – quando não na primeira. Desde que Darwin elucidou que todos os seres vivos são geneticamente coligados, aprendemos nas escolas as caixinhas as quais nos encaixamos: Somos animais, primatas, racionais. Ponto importante que muitos seres são animais, muitos seres são primatas, mas apenas um ser é racional: nós.

É notória a diferença do homem nos mais diversos contextos, desde a sobrevivência até a vivência. Apenas nós nos comunicamos por linguagem, apenas nós temos as características físicas e cognitivas para tal, bem como apenas nós nos importamos de transportar constructos mentais para outros constructos mentais, via linguagem escrita. A evolução do homem não é mais limitada pela seleção natural que Darwin descrevia, mas pelo tanto de conhecimento que podemos acumular e transportar para gerações futuras. Indo à fonte escrita primordial de um determinado saber, é possível identificar, sem ruídos, a origem daquele saber – feito este que é impossível através da mera linguagem oral.

Somos todos filhos de descobertas e feitos sobrepostos, geração a geração, tijolo a tijolo, graças à escrita. Inclusive temos a curiosa mania de entendermos o presente através do passado. Quando Gutemberg, no século XV, inventou a imprensa, talvez não soubesse que “imprensa” seria, hoje, sinônimo de jornalismo. Seu grande feito geraria um efeito em cascata de difusão de informação, e somos todos banhados por esta cascata até os dias de hoje.

A revolução da imprensa permitiu a impressão de livros, textos, descobertas, histórias, e avanços científicos inimagináveis. Agora, por exemplo, na Itália poderiam ler um livro escrito por um francês em velocidade recorde, e em volume recorde.

A revolução científica é, sem dúvidas, filha da imprensa. O iluminismo foi erguido nos ombros da imprensa e da escrita, e os ideais iluministas da busca do conhecimento puro, da evolução intelectual e do respeito para com a liberdade, a igualdade e a fraternidade, lançaram mão desse artifício para se espalharem por toda a Europa há poucos séculos. Naturalmente a Maçonaria encontra-se nesse momento da história como um grupo que bebera, e muito, das fontes anteriormente citadas.

Indo para os dias de hoje, dentro do contexto da revolução digital, somos convidados diversas vezes a nos maravilharmos com as mudanças massivas pelas quais passamos. O papel impresso já é considerado um item pouco versátil frente as telas que nos rodeiam. Se antes precisávamos de compridos e volumosos papéis para ler um simples jornal, podemos ler todas as notícias que quisermos nas poucas polegadas de uma tela. A imprensa nunca precisou tão pouco da impressão. A verdade é que a imprensa é filha da impressão, mas não uma filha dependente.

A informação é aquilo que move a evolução humana hoje, como dito antes. Cada vez mais procuramos as melhores formas de transmitirmos conhecimento, imortalizando os produtos da humanidade. Queremos as melhores fontes, os melhores assuntos e os melhores veículos, e é papel de uma imprensa de qualidade fornecer isto a quem procura. Isto não é alcançado sem preparo, dedicação e respeito para com o leitor.

Como dito antes, costumamos olhar o nosso passado para entender nossas ações presentes, e é com o peso histórico de séculos de eventos que o Site do Paramaçonaria – (paramaconaria.com.br) – há 3 anos busca entregar uma imprensa que respeite sua história como mídia difusora de conhecimentos confiáveis, e instrumento para todos aqueles que buscam se inteirar dos assuntos que rodeiam as organizações paramaçônicas. Mais importante que informar, é informar com qualidade, pois a gente se vai, mas a história fica.

Texto de João Bretas, PMC do Capítulo Obreiros do Século XXI, em Teresópolis – RJ e estudante no curso de Psicologia na Universidade Federal Fluminense (UFF) .

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